Cadastre a linha
Informe código e nome da linha de produção. Ela será a base para ativos, rotas e OS.
Saída: linha disponível no sistema.RMA · Repinho Manutenção e Ativos
Siga as faixas de cima para baixo. Cada bloco mostra o responsável, a ação no sistema e o resultado que deve ficar registrado para garantir rastreabilidade.
Etapa executada pelo PCM antes de colocar o fluxo em campo.
Informe código e nome da linha de produção. Ela será a base para ativos, rotas e OS.
Saída: linha disponível no sistema.Vincule cada máquina à linha. Leia ou digite a TAG física para evitar divergência de histórico.
Saída: ativo identificável por lista, QR ou código de barras.Na ficha do ativo, inclua código ERP, nome, dados técnicos e URL de referência dos itens substituíveis.
Saída: componentes disponíveis na OS.Defina mecânico, recorrência, horário, ativos e perguntas do checklist, uma por linha.
Saída: plano de inspeção executável.O problema pode chegar ao PCM por solicitação de serviço ou por inspeção programada.
Resultado: SS numerada enviada ao PCM.
Resultado: relatório e apontamentos ao vivo para o PCM.
Verifique TAG, descrição, anexos, criticidade e impacto na produção. Compare com o histórico do ativo quando necessário.
Documente a orientação ou a causa de não abertura para não deixar a SS ou RI sem retorno.
Fim do fluxo sem OS.Crie uma OS para um único ativo, mantendo a origem com o número da SS ou RI.
Início do fluxo de manutenção.Uma OS bem atualizada permite ao PCM enxergar atrasos, falta de peça e prioridade real.
Defina prioridade, mecânico responsável e status inicial. Confirme linha e TAG antes de emitir.
Registro obrigatório: origem e descrição do serviço.Valide o defeito e selecione os componentes efetivamente necessários para o reparo.
Se a peça não estiver cadastrada, informe ao PCM.Use o código ERP e a quantidade solicitada. O RMA registra a demanda, não controla saldo de estoque.
Status sugerido: aguardando peça ou falta de componente.Realize o reparo, verifique funcionamento e atualize o status da OS sempre que a condição mudar.
Use fotos antes/depois quando a evidência for relevante.O valor do sistema está na qualidade do registro final e na consulta do histórico por TAG.
Descreva defeito encontrado, serviço executado, componentes trocados, teste realizado e resultado.
Exemplo: “Trocados 2 rolamentos; teste de 15 min sem vibração.”Verifique se a OS está no status final, com laudo suficiente e anexos quando aplicável.
Resultado: OS concluída e rastreável.A OS, os itens solicitados e as anomalias passam a compor o histórico da TAG e do componente.
Base para reincidência, MTBF, MTTR e FMEA.Use o painel para priorizar SS, OS abertas, rotas em andamento e futuras análises de falhas.
Decisão: corrigir causa, revisar plano ou melhorar componente.Confirme estes pontos antes de avançar no processo.
TAG correta e descrição objetiva.
Origem vinculada e um único ativo por ordem.
Componente e quantidade conferidos no ativo.
Laudo, teste e status final registrados.